O primeiro emprego, a primeira namorada, o primeiro filho, a conversão...! Lembranças. A memória é parte da vida de cada um de nós. Sempre estamos fazendo referência a algum acontecimento do passado, sempre estamos comparando e tirando lições.
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E viu Deus tudo quanto fizera e eis que era muito bom...” Tudo quanto Deus nos legou é bom. Mas quando da retrospectiva de nossa vida, as marcas mais profundas são de tristeza e sofrimento. São as brigas, ofensas, palavras de acusação e perda que nos saltam à mente. Encontramos um antigo amigo que nos causou algum constrangimento e logo empalidecemos o rosto, o estômago aperta, o autocontrole nos escapa. Isso infelizmente acontece, mas tal atitude tem levado muitas pessoas à frustração. Perdem o gosto pela vida, a confiança nas pessoas e até a esperança de uma vida feliz.
Martinho Lutero disse: “Cabeça vazia, oficina do diabo”, e Jesus afirma: “A boca fala do que o coração está cheio”.
Se assim o é, podemos mudar nossas perspectivas à medida que mudamos o que ocupa nossa mente e coração. É lei da física: dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar, ao mesmo tempo. No campo do sentir também podemos afirmar que, em um mesmo coração não podem habitar o medo e a segurança, a paz e o ódio, a alegria e a tristeza. Se tivermos um dia maravilhoso e um problema em alguns minutos o que devemos dizer? Que dia horrível!! Não! Precisamos exercitar o hábito da gratidão pelas boas coisas recebidas. São tantas, que aquele que exercitar o hábito das boas lembranças não terá tempo para lamúrias. Os problemas passam, e a vida continua. Como disse o poeta: “
As lágrimas do choro lhe impedirão de ver o maravilhoso e radiante nascer de um novo dia”.“
Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos”.
Filipenses 4:5